Anthology 3 by The Beatles

Album

Anthology 3

The Beatles

Play on Napster

Album

Anthology 3

The Beatles

Play on Napster
Released:
Label: Emi Catalogue
A última parte da longa série Anthology dos Beatles engloba o período do início de 1968 até as últimas sessões de gravação da banda em janeiro de 1970. Apesar das disputas internas e de terem que supervisionar a gravadora do grupo, Apple, no anos anteriores à separação, eles foram tão prolíficos quanto sempre – e talvez até mais. Depois de gravarem mais de 40 faixas com potencial de inclusão no Álbum Branco (incluindo um pacote inicial de demos caseiras, várias encontradas aqui), eles deram uma guinada e ficaram imersos nas sessões de Get Back, que resultaram em uma quantidade menor de material. Depois, ainda se reuniram uma última vez no estúdio, que resultou no clássico Abbey Road. A audição dos muitos takes iniciais e alternativos encontrados em Anthology 3 é essencial para quem quiser entender melhor a história dos Beatles. Mesmo assim, são as poucas canções rejeitadas que tornam esta coleção tão indispensável. Nos últimos dois anos de atividade, o quarteto gravou uma boa quantidade de material de primeira que, por uma razão ou outroa, acabou não entrando em nenhum álbum. Estão inclusas neste “lote” as baladas melancólicas e nostálgicas de Paul McCartney “Junk” e “Teddy Boy” (ambas regravadas na carreira solo do baixista e cantor), bem como “Come and Get It”, um protótipo de power pop perfeito que ele acabou dando para o Badfinger. Outra preciosidade é “What’s the New Mary Jane”, de John Lennon. Uma das místicas “canções perdidas” dos Beatles, ela consiste de seis minutos de cânticos, gritos e psicodelia recheada de ecos que rivaliza com “Revolution9” na linhagem da avant-garde. Mas, talvez, as faixas mais reveladoras entre as rejeitadas sejam de George Harrison. Gravada durante as sessões do Álbum Branco, “Not Guilty” é um jazz-rock climático que detalha a relação cada vez mais complicada do guitarrista com os companheiros. Ainda mais potente é uma demo de “All Things Must Pass”. A balada confessional (que se tornou uma das músicas favoritas de sua carreira solo) é prova de que as habilidades de Harrison como compositor em 1968 e 1969 já estavam no mesmo patamar de Lennon e McCartney. É necessário também prestar atenção na porção de outtakes do projeto Get Back que servem de âncora no meio da Anthology 3. Apesar de “I’ve Got a Feeling”, “Dig a Pony” e “For You Blue” tenham ganhado lançamento na versão mixada por Phil Spector de Let It Be, estas versões cruas são uma prova absoluta de que os Beatles não precisavam de truques de estúdio para soarem como uma excelente banda de rock.

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